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06 abril 2017
05 abril 2017
03 abril 2017
Vila.Real
Exposição “Cristos”
esculturas em madeira e em ferro, por Carlos Monteiro
exposição: 1 a 30 Abril de 2017
inauguração: dia 7 de Abril de 2017 (sexta-feira), pelas 21h00
na Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real, Portugal
Próximos eventos:
- dia 5 de Abril de 2017, quarta-feira, pelas 21h00: tertúlia de poesia com Maria Antonieta (Espanha) & amigos, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 13 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: apresentação do livro “Aves de Incêndio” de Raquel Serejo Martins, desenhos de Ana Cristina Dias, com as presenças da autora e da editora, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dia 20 de Abril de 2017, quinta-feira, pelas 21h00: noite #7 tricota_mundos, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, Portugal;
- dias 27, 28, 29 e 30 de Abril de 2017: participação com uma banca de livros no encontro literário Ponte Escrita, em Chaves, Portugal;
- dias 3, 4. 5 e 6 de Maio de 2017: participação com uma banca de livros no III Encontradouro – Literatura e Territórios, no Espaço Miguel Torga em São Martinho de Anta, Sabrosa, Portugal;
- dias 13, 14, 15, 16 e 17 de Junho de 2017: participação com uma banca de livros, mais algumas coisas e loisas, no congresso “Santuários”, de Peso da Régua a Meda, Portugal;
- e ao longo de 2017 haverá mais, sempre muito mais...
01 abril 2017
Murça
Acontecerá no dia 8 de Abril (vésperas do 99.º aniversário da Batalha de La Lys), no Auditório Municipal, pelas 22 horas, integrado nas celebrações da 1.ª Guerra Mundial, promovidas pelo Município de Murça.
Programa:
21H00 – Inauguração da exposição “uma guerra e muitos homens, um concelho e o milhões”
21H30 – Momento evocativo da Grande Guerra
22H00 – Lançamento da obra, "O Concelho de Murça na Grande Guerra", de Dinis Serôdio Lopes da Costa
31 março 2017
16 dezembro 2016
22 novembro 2016
GRANDE PRÉMIO DE TRADUÇÃO LITERÁRIA APT/SPA 2016
O Grande Prémio de Tradução Literária APT/SPA (Associação Portuguesa de Tradutores / Sociedade Portuguesa de Autores) referente a 2016, foi entregue no passado dia 10 de Novembro, em ex-aequo, a Ricardo III, de Shakespeare, tradução de Rui Carvalho Homem, Editora Relógio D'Água, e à obra Na Margem, de Rafael Chirbes, tradução de Rui Pires Cabral, Editora Assírio & Alvim.
O júri do Grande Prémio foi constituído
por Teresa Seruya, António Torrado e Alexandra Lopes.
Rui Pires Cabral, tradutor e poeta
trasmontano, nasceu em Macedo de Cavaleiros, em 1967.
Rafael Chirbes (1949-2015) é
considerado o romancista espanhol «que melhor retratou a crise económica
e os respectivos escombros sociais que se lhe
seguiram».
11 novembro 2016
20 outubro 2016
CONVITE
Vimos convidá-lo a
assistir à Palestra que o Presidente da
Fundação Lusíada - Dr. Abel de Lacerda Botelho - irá proferir na
Sociedade de Geografia de Lisboa (Auditório Adriano Moreira - R. das
Portas de S. Antão, 100 em Lisboa), no próximo dia 21 de Outubro 2016
pelas 15:30 horas - sob o
tema:
A Verdade em Luiz de Camões e nos seus
Versos.
A Direcção
Entrada LIVRE.
19 setembro 2016
Ciclo ‘Torga – Na rota do Diário’
Será visitada a Casa de Tormes, da Fundação Eça de Queirós. Haverá também uma breve passagem pela Casa do Lodeiro, onde será evocada a memória de Francisca (Fanny) Owen.
Visitas à Casa das Bengalas e à oficina de um artesão de bengalas completam o programa, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Baião.
25 agosto 2016
BENTO DA CRUZ
25 de AGOSTO de 2015
Completa-se hoje um ano sobre a data em que Bento da Cruz
deixou corporeamente este mundo. Apenas corporeamente, porque no mais continua
luminosamente nos nossos corações.
O génio de Torga soube encontrar as palavras certas para
exprimir a sua homenagem ao grande poeta Garcia Lorca. Pedimos-lhas, de
empréstimo, para evocar também hoje, este
grande transmontano e amigo comum:
“FREDERICO GARCIA LORCA”
Garcia Lorca Sou
eu,
mais uma vez
Venho negar à
humana condição
A humana
pequenez
Da ingratidão …
Venho e virei
enquanto houver poesia
Povo e sonho na
Ibéria
Venho e virei à
tua romaria
Oferecer-te a
miséria
Duma oração lusíada e
sombria
Venho, talefe branco da Nevada,
Filho novo de
Espanha !
Venho, e não
digas nada;
Deixa um pobre poeta da montanha
Trazer torgas à
rosa de Granada !
Indomável
cigano
Dos caminhos
do tempo e da ventura
Sensual e profano,
O teu génio
floresce cada ano…
Venho ver-te
crescer da sepultura!
Bruxo das trevas onde alguém te quis,
Nelas arde a paixão do que escreveste!
Sete palmos de
terra, e nenhum diz
Que secou a
raiz,
Que partiste ou
morreste
Uma luz que é o aceno da verdade
Abre-se onde os teus versos vão abrindo
A
eternidade,
Na pureza da
sua claridade,
Sobre o teu
nome, universal, caindo…
(MIGUEL TORGA, Poemas
Ibéricos, Coimbra, 3ª ed., 1985, pp.68-9)
01 agosto 2016
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