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18 abril 2014

António Chaves,Barroso da Fonte (João),Bento da Cruz e José Dias Baptista

Resumo: Debruçando-se sobre o período subsequente à Implantação da República, a obra destaca o papel activo desempenhado pelo padre barrosão Domingos Pereira. A origem numa das últimas comunidades de camponeses livre, s da Europa, a formação religiosa e a actividade política de guerrilheiro em armas fazem desta figura «um curioso “estudo de caso”» e «um ponto de observação privilegiado» das contradições geradas no país na passagem do século XIX para o século XX.

Autores:

António Chaves
Nasceu em Negrões, concelho de Montalegre, em 1943.
Licenciou-se em Economia, em Lisboa, pelo ISEG e obteve o grau de Mestre em Economia Europeia pela ULB, Bruxelas. Foi bolseiro do Governo Belga, do Instituto para a Alta Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian para a especialização em Economia Europeia; professor do Ensino Superior e colaborador de grandes empresas de consultoria.
Correspondente da RTP em Bruxelas e do semanário O Jornal. Escreveu monografias e argumentos para cinema comoUm Natal em Barroso.
O livro A Última Estação do Império é o seu mais recente trabalho.

Barroso da Fonte (João)
Nasceu em Codeçoso, concelho de Montalegre, em 1939.
Frequentou o Seminário de Vila Real; licenciou-se em Filosofia e é Mestre em Cultura Portuguesa.
É autor de sete livros de poesia e de mais de três dezenas em prosa, entre os quais: Usos e Costumes de Barroso,Dicionário dos mais Ilustres Transmontanos e Alto Durienses e Afonso Henriques – Um Rei polémico.
Foi Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Guimarães e director do Paço dos Duques de Bragança. Dirigiu o semanário O Comércio de Guimarães, e A Voz de Guimarães, de que foi fundador. É director do jornal Poetas e Trovadores há cerca de 15 anos. Colaborador assíduo de várias publicações regionais e nacionais, ao longo de 60 anos de jornalismo.

Bento da Cruz
Nasceu em Peireses, concelho de Montalegre, em 22 de Fevereiro de 1925.
Frequentou a Escola Claustral de Singeverga e prosseguiu os estudos, licenciando-se em Medicina na Universidade de Coimbra.
Regressou a Montalegre, onde exerceu clínica geral e estomatologia.
Foi deputado à Assembleia da República.
É o patrono da Escola Secundária Dr. Bento da Cruz, em Montalegre.
Publicou cerca de duas dezenas de obras literárias, com destaque para Planalto de GostofrioO Lobo GuerrilheiroA Loba e A Fárria, elogiadas pela crítica e distinguidas com prémios literários nacionais e internacionais de referência, nomeadamente, Prémio Literário Diário de Notícias e Prémio Eixo Atlântico de Narrativa Galega e Portuguesa.
Fundou em 1974 o jornal Correio do Planalto, de que é director.

José Dias Baptista
Nasceu em Vila da Ponte, concelho de Montalegre, em 24 de Julho de 1941.
Frequentou o Seminário de Vila Real e o Curso do Magistério Primário, que complementou mais tarde com a licenciatura.
Pertenceu ao Quadro Técnico Superior como Inspector do Ensino.
Investigador da história local de Barroso com trabalhos científicos publicados, nomeadamente, na Revista Aquae Flaviae, de que foi co-fundador.
É autor de várias obras de poesia, de divulgação e de investigação histórica, entre as quais O País Barrosão eMonografia de Montalegre.


NOTA PRÉVIA

O ano de 2012 associa duas ocorrências com impacto em Barroso. Constituem parte integrante do que ficou conhecido na história por Incursões Monárquicas no Norte de Portugal. Tiveram repercussão relevante em Vinhais, Chaves, Valença do Minho, Cabeceiras de Basto, Fafe, Porto e, de um modo mais geral, em todo o país.